Figueroa

Disponível nos planos:

Roteiro: Herbert Henning

Edição: Veri Ravizza

Empresa(s) produtora(s): Grifa Filmes

Assistente de Câmera: Rafael Rocha

Produção Executiva: Fernando Dias; Mauricio Dias

Direção de Fotografia: Marcelo Poli

Pós-produção: Rodrigo Luchini; Leonardo Branco; Juliana Belluomini; Maikel Paroneto; Kenya Zanatta

Entrevistados: Cecilia Arbolave, Letí­cia Tamisari, Marielsa Castro Vizcarra, Mario Figueroa, Martí­n Correa, Miguel Lawner, Moacyr Gramacho, Rafael Vogt Maia Rosa

Finalização de Som: Inputsom arte sonora

Co-roteirista: Catalisadora

Coordenação de Produção: Isabel Oliva; Ana Claudia Streva

Correção de Cor: Denys Urdiale

Curadoria: Guilherme Wisnik

Design Gráfico: Audiovisualismo

Câmera Adicional: Tiago Silvacam

Mario Figueroa é um arquiteto que tem uma produção característica de uma situação de deslocamento cultural e espacial. Ele nasceu no Chile mas veio criança para o Brasil. Possui um repertório de arquiteto brasileiro paulista mas tem uma herança chilena que também é fundamental e que se mostra importante quando projeta o Museu da Memória, em Santiago. Essa combinação é muito interessante e clara nos projetos que ele faz. Ao mesmo tempo ele traz uma bagagem fortemente plástica, isto é, a ideia da subjetividade como determinante na criação do projeto. Figueroa combina esse certo tecnicismo brutalista brasileiro com uma valorização poética do traço, da subjetividade, que se expressa na questão autoral do desenho.

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Etapa/Nível de Ensino: Ensino Médio

Área de Ensino: Linguagens

Componente Curricular/Disciplina: Arte


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26 min
2016
Brasil
SP
LIVRE

Séries: Arquitetos | 13 Episódios de 26 Minutos

Diretor: Herbert Henning

Sinopse: Mario Figueroa é um arquiteto que tem uma produção característica de uma situação de deslocamento cultural e espacial. Ele nasceu no Chile mas veio criança para o Brasil. Possui um repertório de arquiteto brasileiro paulista mas tem uma herança chilena que também é fundamental e que se mostra importante quando projeta o Museu da Memória, em Santiago. Essa combinação é muito interessante e clara nos projetos que ele faz. Ao mesmo tempo ele traz uma bagagem fortemente plástica, isto é, a ideia da subjetividade como determinante na criação do projeto. Figueroa combina esse certo tecnicismo brutalista brasileiro com uma valorização poética do traço, da subjetividade, que se expressa na questão autoral do desenho.

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