Cadeira 33: Os homens fazem a língua

Disponível nos planos:

Produção: Thaí­s Sleiman

Edição: Antonia Gama, João Coimbra

Empresa(s) produtora(s): Giros Produções

Som: Amaury Arboun, Helio Leite

Direção de produção: Cláudia Lima

Assistente de Câmera: Amaury Arboun, Helio Leite

Pesquisa de Imagens: Remier Lion

Produção Executiva: Maria Carneiro da Cunha

Assistente de Produção: Ricardo Aquino

Assistente de edição: Juliana Ludolf

Finalização: IlhaBraw

Pesquisa: Angélica Fontella, Bia Kling, Juliana Colares

Direção de Fotografia: Mário Franca

Consultoria: Luiz Dolino

Trilha Sonora: Remier Lion

Locução: Fernanda Montenegro

Coordenação de Produção: Lia Rezende

Conteúdo: Lúcia Tupiassú

Identidade Visual: Álvaro Franca

Argumento: Angélica Fontella, Bia Kling, Juliana Colares

No episódio de número 33 da série Imortais da Academia, um dos mais respeitados gramáticos brasileiros da contemporaneidade, Evanildo Bechara, encontra-se com a memória de um dos mais importantes críticos literários do país, Afrânio Coutinho, e ainda com o legado do iniciador do impressionismo na literatura brasileira, Raul Pompeia. O episódio que faz a genealogia da cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras aborda, por meio desses três nomes de destaque – todos homens dedicados aos fazeres da língua –, diferentes aspectos da literatura, da crítica e da língua portuguesa.

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Etapa/Nível de Ensino: Ensino Fundamental - Anos Finais, Ensino Médio

Área de Ensino: Linguagens

Componente Curricular/Disciplina: Língua Portuguesa


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26 min
2017
Brasil
RJ
LIVRE

Séries: Imortais da Academia | 42 Episódios de 26 Minutos

Diretor: Belisario Franca

Sinopse: No episódio de número 33 da série Imortais da Academia, um dos mais respeitados gramáticos brasileiros da contemporaneidade, Evanildo Bechara, encontra-se com a memória de um dos mais importantes críticos literários do país, Afrânio Coutinho, e ainda com o legado do iniciador do impressionismo na literatura brasileira, Raul Pompeia. O episódio que faz a genealogia da cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras aborda, por meio desses três nomes de destaque – todos homens dedicados aos fazeres da língua –, diferentes aspectos da literatura, da crítica e da língua portuguesa.

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