Cadeira 40: Arquitetos do pensamento

Disponível nos planos:

Produção: Thaí­s Sleiman

Edição: Antonia Gama, João Coimbra

Empresa(s) produtora(s): Giros Produção

Som: Amaury Arboun, Helio Leite

Direção de produção: Cláudia Lima

Assistente de Câmera: Amaury Arboun, Helio Leite

Produção Executiva: Maria Carneiro da Cunha

Assistente de Produção: Ricardo Aquino

Assistente de edição: Juliana Ludolf

Pesquisa: Angélica Fontella, Bia Kling, Juliana Colares

Direção de Fotografia: Mário Franca

Consultoria: Luiz Dolino

Trilha Sonora: Rodrigo Lima

Locução: Fernanda Montenegro

Coordenação de Produção: Lia Rezende

Performance: Remier Lion

Conteúdo: Lúcia Tupiassú

Argumento: Angélica Fontella, Bia Kling, Juliana Colares

Este episódio da série Imortais da Academia reconstitui a arquitetura do pensamento de três intelectuais que passaram pela cadeira de número 40 da Academia Brasileira de Letras. O programa aborda a visão sociológica defendida por Evaristo de Moraes Filho em relação ao direito trabalhista; o prisma religioso e conservador sob o qual o crítico literário Alceu Amoroso Lima (mais conhecido pelo pseudônimo Tristão de Ataíde) enxergava a sociedade; e a construção social feita por Afonso Arinos, o primeiro de três membros de sua família a entrar na ABL, no romance regionalista “Pelo sertão”, de 1898.

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Etapa/Nível de Ensino: Ensino Fundamental - Anos Finais, Ensino Médio

Área de Ensino: Linguagens

Componente Curricular/Disciplina: Língua Portuguesa


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26 min
2017
Brasil
RJ
LIVRE

Séries: Imortais da Academia | 42 Episódios de 26 Minutos

Diretor: Belisario Franca

Sinopse: Este episódio da série Imortais da Academia reconstitui a arquitetura do pensamento de três intelectuais que passaram pela cadeira de número 40 da Academia Brasileira de Letras. O programa aborda a visão sociológica defendida por Evaristo de Moraes Filho em relação ao direito trabalhista; o prisma religioso e conservador sob o qual o crítico literário Alceu Amoroso Lima (mais conhecido pelo pseudônimo Tristão de Ataíde) enxergava a sociedade; e a construção social feita por Afonso Arinos, o primeiro de três membros de sua família a entrar na ABL, no romance regionalista “Pelo sertão”, de 1898.

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