Censurando o Popular


Disponível nos planos:

Produção: Olivia Buarque

Roteiro: Adriana Borges, Paula Gago

Edição: Adriana Borges

Trilha Sonora Original: João Pellegrino

Empresa(s) produtora(s): Giros Produção

Figurino: Carol Ares

Assistente de Câmera: Fernando Solidade, Ivanildo Jorge

Pesquisa de Imagens: Remier Lion

Assistente de edição: Guaracy Carioca

Finalização: Ilha Braw

Videografismo: Valerycka Rizzo

Pesquisa: Paula Gago

Direção de Fotografia: Beto Campos, Thiago Lima

Entrevistados: Fernando Mendes, Odair José, Paulo Cesar de Araújo, Ricardo Cravo Albin

Produção de Finalização: Lucas Barrionovo

Assistente de som: Fernando Solidade, Ivanildo Jorge

Coordenação de Produção: Cláudia Lima

Conteúdo: Bianca Lenti, Juliana de Oliveira

Argumento: Marcus Fernando

Depois do foco na MPB, o quinto episódio da série foca nos artistas ditos “populares” ou bregas para entender como esse estilo musical encarou a censura feita pela ditadura militar. O jornalista, pesquisador e escritor Paulo Cesar Araújo explica que no final dos anos 1960 surgiu na cena musical do país uma geração de cantores conhecidos como “bregas” ou “cafonas”. Ele contextualiza a ascensão desse gênero musical, que se deu exatamente durante o endurecimento do regime. Paulo Cesar explica que o motivo da censura aos bregas era a moral conservadora. Artistas como Fernando Mendes e Odair José contam como eram suas relações com o regime. Paulo Cesar Araújo relembra o caso de “Uma vida só (Pare de tomar a pílula)", proibida depois de já ter estourado nas rádios de todo o Brasil. A música era contra a política de controle de natalidade feita pelo regime. Nos números musicais, Inez Vianna e Alfredo Del Penho relembram as canções “Tortura de Amor” e “Uma vida só”.

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Etapa/Nível de Ensino: Ensino Médio

Área de Ensino: Ciências Humanas, Linguagens

Componente Curricular/Disciplina: Arte, História, Língua Portuguesa, Sociologia


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26 min
2015
Brasil
LIVRE

Séries: Cale-se | 8 Episódios de 26 Minutos

Diretor: Marcus Fernando

Sinopse: Depois do foco na MPB, o quinto episódio da série foca nos artistas ditos “populares” ou bregas para entender como esse estilo musical encarou a censura feita pela ditadura militar. O jornalista, pesquisador e escritor Paulo Cesar Araújo explica que no final dos anos 1960 surgiu na cena musical do país uma geração de cantores conhecidos como “bregas” ou “cafonas”. Ele contextualiza a ascensão desse gênero musical, que se deu exatamente durante o endurecimento do regime. Paulo Cesar explica que o motivo da censura aos bregas era a moral conservadora. Artistas como Fernando Mendes e Odair José contam como eram suas relações com o regime. Paulo Cesar Araújo relembra o caso de “Uma vida só (Pare de tomar a pílula)", proibida depois de já ter estourado nas rádios de todo o Brasil. A música era contra a política de controle de natalidade feita pelo regime. Nos números musicais, Inez Vianna e Alfredo Del Penho relembram as canções “Tortura de Amor” e “Uma vida só”.

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