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52 min
2017
Brasil
SP
LIVRE

Séries: Geografia da Arte | 8 Episódios de 52 Minutos

Diretor: Guto Barra, Tatiana Issa

Sinopse: Durante uma breve mas intensa carreira que atravessou os anos 80, Keith Haring passou muito tempo viajando e trabalhando em dezenas de cidades internacionais. Mas foi uma uma pequena praia na Bahia que ele encontrou a mudança de ritmo que tanto precisava. O episódio leva o público a Serra Grande, onde, quase 30 anos atrás, o artista americano procurou refúgio para seu estilo “jet-setter” de celebridade do mundo das artes. Neste vilarejo que não tinha luz ou água encanada na época, ele “desaparecia” do mundo para ficar desenhando na areia da praia e pintando árvores e casas de pescadores. Por meio de outro artista americano que desenvolveu uma relação pessoal com o lugar, Kenny Scharf, mergulhamos em um lado pouco conhecido de Haring. Scharf explica como eles começaram a frequentar a Bahia e fala sobre as motivações do amigo. Junto com o restaurador Alex Neroullas, Scharf recria um mural pintado por Haring no chão de uma cabana na beira da praia. Ao longo do processo, vamos entendendo como o trabalho de Haring foi sendo influenciado por suas constantes visitas ao Brasil e, ao mesmo tempo, como o americano foi deixando uma marca duradoura no local. Entre os temas abordados no episódio estão o desenvolvimento de uma simbologia própria por Haring, uma série de desenhos que desafiava linguagens; a influência de temas infantis que aflorou em seus trabalhos por conta da convivência com crianças locais durante suas temporadas brasileiras; o estilo de trabalho dele, inspirado na performance pública; e o questionamento sobre a restauração de obras que foram criadas para serem temporárias. Scharf analisa o impacto da crise da aids na cena de arte de Nova York no final dos anos 80. " "Durante uma breve mas intensa carreira que atravessou os anos 80, Keith Haring passou muito tempo viajando e trabalhando em dezenas de cidades internacionais. Mas foi uma uma pequena praia na Bahia que ele encontrou a mudança de ritmo que tanto precisava. O episódio leva o público a Serra Grande, onde, quase 30 anos atrás, o artista americano procurou refúgio para seu estilo “jet-setter” de celebridade do mundo das artes. Neste vilarejo que não tinha luz ou água encanada na época, ele “desaparecia” do mundo para ficar desenhando na areia da praia e pintando árvores e casas de pescadores. Por meio de outro artista americano que desenvolveu uma relação pessoal com o lugar, Kenny Scharf, mergulhamos em um lado pouco conhecido de Haring. Scharf explica como eles começaram a frequentar a Bahia e fala sobre as motivações do amigo. Junto com o restaurador Alex Neroullas, Scharf recria um mural pintado por Haring no chão de uma cabana na beira da praia. Ao longo do processo, vamos entendendo como o trabalho de Haring foi sendo influenciado por suas constantes visitas ao Brasil e, ao mesmo tempo, como o americano foi deixando uma marca duradoura no local. Entre os temas abordados no episódio estão o desenvolvimento de uma simbologia própria por Haring, uma série de desenhos que desafiava linguagens; a influência de temas infantis que aflorou em seus trabalhos por conta da convivência com crianças locais durante suas temporadas brasileiras; o estilo de trabalho dele, inspirado na performance pública; e o questionamento sobre a restauração de obras que foram criadas para serem temporárias. Scharf analisa o impacto da crise da aids na cena de arte de Nova York no final dos anos 80.

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