Loucura Suburbana


Disponível no:

No Instituto Municipal Nise da Silveira, samba-enredo, fantasias e alegorias substituem o isolamento e a violência que antes faziam parte do cotidiano dos doentes mentais. É véspera do desfile do bloco Loucura Suburbana, produzido por pacientes da ala psiquiátrica do Instituto, que dividem entre si os afazeres e os tradicionais papéis do carnaval carioca. Há 16 anos Elisama é porta-bandeira do bloco. Assim como ela, a passista Elizângela chegou ao Instituto com surtos de agressividade, incapaz de se comunicar com os demais, e hoje foi transformada pelo carnaval. Entre pacientes, familiares e voluntários que trabalham ali diariamente, Dra. Ariadne compartilha histórias reais de pessoas que encontraram no carnaval uma forma de terapia e também de uma comunidade que aprendeu a lidar com a doença mental por outro prisma. Quando o bloco sai às ruas, evadindo as paredes do instituto, uma grande comunidade se forma. Todos pulam, dançam, brincam com o Loucura Suburbana, implodindo as barreiras entre a “loucura” e a “sanidade”, numa grande festa popular.

Envie o seu comentário
Faça login ou se cadastre para comentar a obra.
Carregar mais comentários
Envie o seu comentário
Após aprovação, seu comentário será publicado e enviado para o diretor do filme. | Normas para publicação

Etapa/Nível de Ensino: Ensino Médio

Área de Ensino: Linguagens

Componente Curricular/Disciplina: Arte


Relatos de Professores (0)
Utilizou este filme em suas aulas? Relate sua experiência!
26 min
2019
Brasil
RJ
12 ANOS

Séries: Onde a beleza está | 3 Episódios de 26 Minutos

Diretor: Aí­da Marques , Susane Worcman

Sinopse: No Instituto Municipal Nise da Silveira, samba-enredo, fantasias e alegorias substituem o isolamento e a violência que antes faziam parte do cotidiano dos doentes mentais. É véspera do desfile do bloco Loucura Suburbana, produzido por pacientes da ala psiquiátrica do Instituto, que dividem entre si os afazeres e os tradicionais papéis do carnaval carioca. Há 16 anos Elisama é porta-bandeira do bloco. Assim como ela, a passista Elizângela chegou ao Instituto com surtos de agressividade, incapaz de se comunicar com os demais, e hoje foi transformada pelo carnaval. Entre pacientes, familiares e voluntários que trabalham ali diariamente, Dra. Ariadne compartilha histórias reais de pessoas que encontraram no carnaval uma forma de terapia e também de uma comunidade que aprendeu a lidar com a doença mental por outro prisma. Quando o bloco sai às ruas, evadindo as paredes do instituto, uma grande comunidade se forma. Todos pulam, dançam, brincam com o Loucura Suburbana, implodindo as barreiras entre a “loucura” e a “sanidade”, numa grande festa popular.

Alugue