O Pessoal é Político


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Elas nasceram para cuidar do lar e dos filhos. Tornaram-se mulheres guerreiras e politizadas, capazes de se apoderar de todas as armas na luta pelo retorno à democracia e contra as estruturas sexistas de poder. O documentário “O pessoal é político” retrata a Segunda Onda Feminista no Brasil, com destaque para os anos de 1975 a 1985, período instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a Década Internacional da Mulher. Na obra, são evocados fatos e acontecimentos, como: a participação das mulheres nas organizações políticas de esquerda e na luta armada contra o regime militar; a participação brasileira na Primeira Conferência Mundial sobre as Mulheres, na Cidade do México, e os eventos nacionais que a sucederam; a fundação do Centro da Mulher Brasileira, nossa primeira ONG feminista; a publicação dos primeiros periódicos feministas em contraponto ao machismo do jornal Pasquim; a militância de mães e esposas no Movimento Feminino pela Anistia; as contradições ideológicas entre o catolicismo e o feminismo, que provocaram o atraso na entrada de assuntos como violência doméstica e controle da sexualidade e reprodução na pauta feminista; e, por fim, o legado que essas mulheres corajosas e precursoras deixaram para os dias atuais, como a Lei do Divórcio, o novo Código Civil e a reforma da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
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53 min
2017
Brasil
RJ
LIVRE

Diretor: Vanessa de Araújo Souza

Sinopse: Elas nasceram para cuidar do lar e dos filhos. Tornaram-se mulheres guerreiras e politizadas, capazes de se apoderar de todas as armas na luta pelo retorno à democracia e contra as estruturas sexistas de poder. O documentário “O pessoal é político” retrata a Segunda Onda Feminista no Brasil, com destaque para os anos de 1975 a 1985, período instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a Década Internacional da Mulher. Na obra, são evocados fatos e acontecimentos, como: a participação das mulheres nas organizações políticas de esquerda e na luta armada contra o regime militar; a participação brasileira na Primeira Conferência Mundial sobre as Mulheres, na Cidade do México, e os eventos nacionais que a sucederam; a fundação do Centro da Mulher Brasileira, nossa primeira ONG feminista; a publicação dos primeiros periódicos feministas em contraponto ao machismo do jornal Pasquim; a militância de mães e esposas no Movimento Feminino pela Anistia; as contradições ideológicas entre o catolicismo e o feminismo, que provocaram o atraso na entrada de assuntos como violência doméstica e controle da sexualidade e reprodução na pauta feminista; e, por fim, o legado que essas mulheres corajosas e precursoras deixaram para os dias atuais, como a Lei do Divórcio, o novo Código Civil e a reforma da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

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