Piripkura

Disponível nos planos:

Produção: Mariana Oliva

Roteiro: Mariana Oliva, Renata Terra

Edição: Leopoldo Nakata, Renata Terra

Som Direto: Gustavo Canzian, Gustavo Nascimento

Empresa(s) produtora(s): Zeza Filmes

Câmera: Bruno Jorge, Dado Carlin

Produção Executiva: Mariana Oliva

Pesquisa: Mariana Oliva, Renata Terra

Direção de Fotografia: Bruno Jorge, Dado Carlin

Mixagem: Daniel Turini, Fernando Henna

Consultoria: Marta Andreu

Entrevistados: Jair Candor, Leila silvia burger sotto-maior, Pakyí®, Rita Tupi Kawahib, Tamandua

Colorista : Ely Silva

Dois indígenas nômades, do povo Piripkura, sobrevivem cercados por fazendas e madeireiros numa área ainda protegida no meio da floresta amazônica. Jair Candor, servidor da FUNAI, acompanha os dois índios desde 1989. Ele realiza expedições periódicas, muitas delas acompanhado por Rita, a terceira sobrevivente Piripkura, para monitorar vestígios que comprovem a presença deles na floresta e para impedir a invasão da área. Packyî e Tamandua vivem com um facão, um machado cego e uma tocha.  Piripkura aborda as consequências de uma tragédia e revela a força, resiliência e autonomia daqueles que foram expostos a todo tipo de ameaças e têm resistido ao contato.
Melhor Documentário no Festival Internacional do Rio de Janeiro em 2017
Pitching Visions Du Reel
Festival Internacional do Rio de Janeiro

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Etapa/Nível de Ensino: Ensino Médio

Área de Ensino: Ciências Humanas

Componente Curricular/Disciplina: História, Sociologia


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82 min
2017
Brasil
RJ
LIVRE

Diretor: Bruno Jorge, Mariana Oliva, Renata Terra

Sinopse: Dois indígenas nômades, do povo Piripkura, sobrevivem cercados por fazendas e madeireiros numa área ainda protegida no meio da floresta amazônica. Jair Candor, servidor da FUNAI, acompanha os dois índios desde 1989. Ele realiza expedições periódicas, muitas delas acompanhado por Rita, a terceira sobrevivente Piripkura, para monitorar vestígios que comprovem a presença deles na floresta e para impedir a invasão da área. Packyî e Tamandua vivem com um facão, um machado cego e uma tocha.  Piripkura aborda as consequências de uma tragédia e revela a força, resiliência e autonomia daqueles que foram expostos a todo tipo de ameaças e têm resistido ao contato.

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