Trabalho


Assista nos planos:

Produção: André Bomfim, Bernardo Barcellos, Carmem Maia, Gustavo Rosa de Moura

Fotografia: Diego Lajst

Roteiro: Paula Sacchetta, Tainá Muhringer

Edição: Fernanda Cristiane, Larissa Figueiredo, Mari Moraga

Som Direto: Diana Ragnole

Trilha Sonora Original: Pedro Santiago

Empresa(s) produtora(s): Mira Filmes

Câmera: Diego Lajst

Produção Executiva: Bia Almeida

Assistente de edição: Monique Costa

Pesquisa: Julia Dias

Mixagem: Felipe Sabino

Entrevistados: Alexandre de Oliveira Paes, Celmir Alves dos Santos, Claudio Cruz (MC Kric), Julita Lemgruber, Laurindo Minhoto, Pedro Abramovay, Renato Bueno de Souza

Produção de Finalização: Bruno Horowicz

Assist de Produção Executiva: Bia Gomes, Eugenia Kimura

Produção de Base e Set: Silvana Medeiros

Quando o regime semiaberto de cumprimento de penas teve início no Brasil, nos anos 1980, a ideia era que a ressocialização dos presos se desse por meio do trabalho em colônias agrícolas ou industriais. Mas o baixo investimento nesses estabelecimentos somado ao perfil dos presos, que não eram agricultores, fez com que a ideia pouco se concretizasse. Hoje, estar em regime semiaberto significa estar preso, dormir na prisão e sair todo dia de manhã para trabalhar. Para conseguir sair do regime fechado e conquistar um emprego, os presos precisam apresentar um convite de alguma empresa da cidade onde estão detidos. Quem não é convidado, é mantido no sistema fechado. Quem é convidado, tem que ser liberado para trabalhar pela direção do presídio, seguindo sua sentença ou progressão de pena.
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Etapa/Nível de Ensino: Ensino Médio

Área de Ensino: Ciências Humanas

Componente Curricular/Disciplina: Sociologia


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26 min
2019
Brasil
RJ
14 ANOS

Séries: Eu, preso | 8 Episódios de 26 Minutos

Diretor: Paula Sacchetta

Sinopse: Quando o regime semiaberto de cumprimento de penas teve início no Brasil, nos anos 1980, a ideia era que a ressocialização dos presos se desse por meio do trabalho em colônias agrícolas ou industriais. Mas o baixo investimento nesses estabelecimentos somado ao perfil dos presos, que não eram agricultores, fez com que a ideia pouco se concretizasse. Hoje, estar em regime semiaberto significa estar preso, dormir na prisão e sair todo dia de manhã para trabalhar. Para conseguir sair do regime fechado e conquistar um emprego, os presos precisam apresentar um convite de alguma empresa da cidade onde estão detidos. Quem não é convidado, é mantido no sistema fechado. Quem é convidado, tem que ser liberado para trabalhar pela direção do presídio, seguindo sua sentença ou progressão de pena.

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