A Matriz Afro


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Empresa(s) produtora(s): Cinematográfica Superfilmes LTDA

Negros da chamada civilização tropical africana aparecem como uma das principais vertentes do alados processo de construção da sociedade e da cultura brasileiras. Envolvidos no maior movimento de migração compulsória de que se tem notícia, em toda a história da humanidade, eles principiaram a chegar aos nossos trópicos ainda na primeira metade do século XVI. E para cá trouxeram, além do repertório genético, toda uma imensa gama de procedimentos técnicos e de criações simbólicas. Primeiramente, o tráfico de escravos foi feito sobretudo com a África subequatorial. É o fluxo dos negros bantos, vindos de regiões de Angola e do Congo. Mais tarde, parte do tráfico brasileiro se voltou para a África superequatorial, para a Costa da Mina e a baía do Benin, carreando para o lado de cá do Atlântico, principalmente para a Bahia e Pernambuco, povos ewê-iorubá, oriundos do antigo Daomé ou do poderoso reino iorubano de Oió. No programa A Matriz Afro deveremos exibir a força, o requinte e a riqueza desse conjunto de culturas negroafricanas, que fascinaram as vanguardas estético-intelectuais européias nas primeiras décadas do século XX.
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Aplicabilidades Pedagógicas



Etapa/Nível de Ensino: Ensino Fundamental - Anos Finais, Ensino Médio

Área de Ensino: Ciências Humanas

Componente Curricular/Disciplina: Geografia, Sociologia

Objetos de Conhecimento: EF08GE13 - Os diferentes contextos e os meios técnico e tecnológico na produção, EF08GE19 - Cartografia: anamorfose, croquis e mapas temáticos da América e África, EF08GE20 - Identidades e interculturalidades regionais: Estados Unidos da América, América espanhola e portuguesa e África

Habilidades: EF08GE13 - Analisar a influência do desenvolvimento científico e tecnológico na caracterização dos tipos de trabalho e na economia dos espaços urbanos e rurais da América e da África., EF08GE19 - Interpretar cartogramas, mapas esquemáticos (croquis) e anamorfoses geográficas com informações geográficas acerca da África e América., EF08GE20 - Analisar características de países e grupos de países da América e da África no que se refere aos aspectos populacionais, urbanos, políticos e econômicos, e discutir as desigualdades sociais e econômicas e as pressões sobre a natureza e suas riquezas (sua apropriação e valoração na produção e circulação), o que resulta na espoliação desses povos., EM13CHS104 - Analisar objetos e vestígios da cultura material e imaterial de modo a identificar conhecimentos, valores, crenças e práticas que caracterizam a identidade e a diversidade cultural de diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço., EM13CHS205 - Analisar a produção de diferentes territorialidades em suas dimensões culturais, econômicas, ambientais, políticas e sociais, no Brasil e no mundo contemporâneo, com destaque para as culturas juvenis.


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30 min
2001
Brasil
SP
LIVRE

Séries: O Povo Brasileiro | 10 Episódios de 30 Minutos

Diretor: Isa Grinspum Ferraz

Elenco: Chico Buarque, Darcy Ribeiro, Gilberto Gil, narração de Matheus Nachtergaele, Tom Zé

Sinopse: Negros da chamada civilização tropical africana aparecem como uma das principais vertentes do alados processo de construção da sociedade e da cultura brasileiras. Envolvidos no maior movimento de migração compulsória de que se tem notícia, em toda a história da humanidade, eles principiaram a chegar aos nossos trópicos ainda na primeira metade do século XVI. E para cá trouxeram, além do repertório genético, toda uma imensa gama de procedimentos técnicos e de criações simbólicas. Primeiramente, o tráfico de escravos foi feito sobretudo com a África subequatorial. É o fluxo dos negros bantos, vindos de regiões de Angola e do Congo. Mais tarde, parte do tráfico brasileiro se voltou para a África superequatorial, para a Costa da Mina e a baía do Benin, carreando para o lado de cá do Atlântico, principalmente para a Bahia e Pernambuco, povos ewê-iorubá, oriundos do antigo Daomé ou do poderoso reino iorubano de Oió. No programa A Matriz Afro deveremos exibir a força, o requinte e a riqueza desse conjunto de culturas negroafricanas, que fascinaram as vanguardas estético-intelectuais européias nas primeiras décadas do século XX.

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