Na hora da sede!


Disponível nos planos:

Roteiro: João Vargas

Som Direto: Gustavo Canzian

Empresa(s) produtora(s): Pacto Audiovisual

Direção de produção: Marcos Moura

Produção Executiva: Malu Campos

Pesquisa: Adriane Andrade, João Vargas

Direção de Fotografia: Gil Souza, João Vargas

Mixagem: Rosana Stefanoni

Montagem: Danilo Do Valle, João Vargas

Trilha Sonora: Daniel Cohen, Fil Pinheiro

Entrevistados: André Bueno, Ciça Gorski, Ivanildo Hespanhol, João Paulo Capobianco, José Bueno, Lilian Hengleng, Marcia Xavier

Correção de Cor: Danilo Do Valle

Desenho de Som: Rosana Stefanoni

Assistente de Finalização: Alí­pio Alves Da Silva Neto

Assist de Produção Executiva: Angélica Moura

Coordenação de Pós-Produção: Danilo Do Valle

O problema das águas em megalópoles como São Paulo vem do descaso das autoridades com o meio-ambiente. Seus rios verdadeiros esgotos a céu aberto e a cidade depende de mananciais cada vez mais distantes. Isso pode ser resolvido com o uso dos mananciais da própria cidade, que depende de recuperar a vegetação e evitar a poluição em torno dos reservatórios, além do tratamento dos esgotos e do reuso dessa água não potável para outros fins, que não o consumo humano e animal.

Envie o seu comentário

Faça login ou se cadastre para comentar a obra.

Carregar mais comentários

Envie o seu comentário

Após aprovação, seu comentário será publicado e enviado para o diretor do filme. | Normas para publicação

Etapa/Nível de Ensino: Ensino Médio

Área de Ensino: Ciências Humanas

Componente Curricular/Disciplina: Sociologia


Relatos de Professores (0)
Utilizou este filme em suas aulas? Relate sua experiência!
26 min
2018
Brasil
LIVRE

Séries: Linhas Abertas | 8 Episódios de 26 Minutos

Diretor: João Vargas

Sinopse: O problema das águas em megalópoles como São Paulo vem do descaso das autoridades com o meio-ambiente. Seus rios verdadeiros esgotos a céu aberto e a cidade depende de mananciais cada vez mais distantes. Isso pode ser resolvido com o uso dos mananciais da própria cidade, que depende de recuperar a vegetação e evitar a poluição em torno dos reservatórios, além do tratamento dos esgotos e do reuso dessa água não potável para outros fins, que não o consumo humano e animal.

Alugue