Ruptura e Território


Disponível nos planos:

Produção: Cynthia Lamas, Maycon Almeida

Roteiro: Silvio Tendler

Edição: Ricardo Moreira

Direção de Arte: Renato Vilarouca, Rico Vilarouca

Empresa(s) produtora(s): Caliban Produções Cinematográficas

Edição de som: Alexandre Jardim

Narração: Bel Kutner, Júlia Lemmertz, Letí­cia Sabatella, Mateus Solano, Osmar Prado

Assistente de Direção: Patricia Francisco, Vladimir Seixas

Produção Executiva: Ana Rosa Tendler

Videografismo: Renato Vilarouca, Rico Vilarouca

Pesquisa: Alessandra Schimite

Direção de Fotografia: Lúcio Kodato

Mixagem: Alexandre Jardim

Entrevistados: Arik Ascherman, Jack Gabriel, Jared Kass, Lama Michel Rinpoche, Mira Awad, Natali Cohen, Shefa Gold

Fotografia adicional: Maycon Almeida, Tao Burity, Vitor Foguel, Vladimir Seixas

Argumento: Silvio Tendler

Coordenação de Pós-Produção: Tao Burity

O quarto episódio da série mostra que, para o texto bíblico, a linhagem feminina é que tem o protagonismo na traição. Eva, Sara, Rute e as filhas de Lote rompem com as tradições para perpetuar a espécie. Assim, o filho messiânico nasce não do cumprimento das leis, mas da sua transgressão. Aqui transitamos no campo das rupturas através da arte e da espiritualidade. Natali Cohen, performer anarquista, enfrenta as autoridades para falar dos abusos contra palestinos e diz que prefere morrer a ficar calada. Através da projeção de vídeos gravados nos territórios ocupados, Arkadi Zaides propõe um novo olhar para o diálogo com a população palestina. A cantora Mira Awad cresceu em uma vila palestina onde também havia judeus e diz que só se percebeu palestina quando precisou reafirmar sua identidade ao entrar na universidade. Temos a história de Jake Gabriel. Seus pais queriam que ele fosse rabino, ele sonhava em ser cantor de rock. Nos anos 80, faz o caminho de volta para a tradição. Há alguns anos transgrediu ao doar esperma para que uma amiga lésbica. Professora de canto judaico baseado nos textos sagrados, Shefa Gold sempre foi contestadora. Ela nos conta que, desde a infância, desafiava os tabus da religião. O músico Akiva, criado por pais ateus, só entra em contato com a tradição judaica aos 22 anos, quando a irmã se suicida e o pai decide que é hora do filho ir para Israel. Hoje, toca tambor em sinagogas, rompendo com uma antiga interdição. A trajetória que encerra o episódio é a do Lama Michel Rinpoche. Nascido em uma família judaica, foi reconhecido como reencarnação de um mestre budista tibetano. Lama Michel conta que se sentia culpado por causar sofrimento à sua família, mas que não se encaixava na vida que levava antes de se iniciar no budismo.

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Etapa/Nível de Ensino: Ensino Médio

Área de Ensino: Ciências Humanas

Componente Curricular/Disciplina: Filosofia, Sociologia


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52 min
2017
Brasil
LIVRE

Séries: Alma Imoral | 5 Episódios de 52 Minutos

Diretor: Silvio Tendler

Sinopse: O quarto episódio da série mostra que, para o texto bíblico, a linhagem feminina é que tem o protagonismo na traição. Eva, Sara, Rute e as filhas de Lote rompem com as tradições para perpetuar a espécie. Assim, o filho messiânico nasce não do cumprimento das leis, mas da sua transgressão. Aqui transitamos no campo das rupturas através da arte e da espiritualidade. Natali Cohen, performer anarquista, enfrenta as autoridades para falar dos abusos contra palestinos e diz que prefere morrer a ficar calada. Através da projeção de vídeos gravados nos territórios ocupados, Arkadi Zaides propõe um novo olhar para o diálogo com a população palestina. A cantora Mira Awad cresceu em uma vila palestina onde também havia judeus e diz que só se percebeu palestina quando precisou reafirmar sua identidade ao entrar na universidade. Temos a história de Jake Gabriel. Seus pais queriam que ele fosse rabino, ele sonhava em ser cantor de rock. Nos anos 80, faz o caminho de volta para a tradição. Há alguns anos transgrediu ao doar esperma para que uma amiga lésbica. Professora de canto judaico baseado nos textos sagrados, Shefa Gold sempre foi contestadora. Ela nos conta que, desde a infância, desafiava os tabus da religião. O músico Akiva, criado por pais ateus, só entra em contato com a tradição judaica aos 22 anos, quando a irmã se suicida e o pai decide que é hora do filho ir para Israel. Hoje, toca tambor em sinagogas, rompendo com uma antiga interdição. A trajetória que encerra o episódio é a do Lama Michel Rinpoche. Nascido em uma família judaica, foi reconhecido como reencarnação de um mestre budista tibetano. Lama Michel conta que se sentia culpado por causar sofrimento à sua família, mas que não se encaixava na vida que levava antes de se iniciar no budismo.

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